Valeriana officinalis - 100 gramas rizoma
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Valeriana officinalis - 100 gramas rizoma
[desidratado]
Valeriana officinalis - 100 gramas rizoma
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 INFO

Família: Valerianaceae
Espécie: Valeriana officinalis L.
Nomes comuns:  valeriana, valeriana-comum, erva-de-amassar, erva-de-são-jorge.

Valeriana é uma planta perene com racemos de flores brancas ou rosadas de odor doce que florescem nos meses de verão.

História:
A valeriana é usada como planta medicinal pelo menos desde o tempo dos antigos gregos e romanos. Hipócrates descreveu as suas propriedades, e mais tarde Galeno receitou-a como remédio para a insónia.
Na Suécia medieval, era por vezes colocada nas roupas de casamento do noivo para afastar a inveja dos duendes.
No século XVI era usada como perfume.

USOS:
Valeriana, em farmacoterapia e em medicina fitoterápica, é nome de um medicamento preparado a partir das raízes desta planta, as quais, após um processo de maceração, trituração, dessecação, são convenientemente acondicionadas, usualmente em cápsulas, e passam a ser utilizadas com supostos efeitos ansiolíticos, tranquilizantes e até anticonvulsivantes.
A valeriana pode também ser consumida como chá. No Irãn ela é fumada e injetada como fins recreativos.
Pelos seus benefícios bastante comprovados e por não induzir dependência química medicamentosa, tem sido freqüentemente indicado como medicamento de transição na descontinuação de fármacos da medicina alopática, como, por exemplo, bromazepam, clonazepam, diazepam, entre outros. Também é medicamento de primeira escolha em muitos quadros clínicos

Indicação:
-Hiperexcitabilidade, histeria, insônia, taquicardia, fadiga, cefaléia de origem nervosa e ataques de pânico/histeria.
-Espasmos gastrintestinais, cólicas, parasitoses, contusões, dermatoses, eczemas, estresse.
-Em fitocosmético é utilizado para acne.

Contra-Indicações:
Hipersensibilidade aos componentes e gravidez.

Efeitos Colaterais:
Apesar de fitoterápico, altas doses de valeriana podem podem provocar agitação, cefaléia, dispepsias, alterações na audição e visão, excitação, delírio, reações cutâneas, alucinações, torpor, convulsões e em casos extremos morte por parada respiratória; o uso contínuo pode induzir ao chamado "valerianismo", uma instabilidade emocional característica.

Precaução / Toxicidade:
Evitar o uso prolongado. Procurar seguir corretamente a posologia observando a duração do tratamento, não exigindo precauções especiais.

Interação:
Para insônia pode ser associada ao maracujá e lúpulo. Para diminuir o odor desagradável da essência da valeriana em utensílios, recomenda-se a neutralização com álcalis (Ex.: Composto Alcalino, carbonato de cálcio, cálcios de ostras ou mesmo bicarbonato de sódio.).

FORMAS DE USO:
Infusão ou decocção:

- 5 a 15 g de raiz fresca (ou 5 g de raiz seca) por litro de água. Tomar 50 a 200 ml por dia;
- vinho: macerar por 8 dias 25 g de raiz em 1 litro de vinho branco. Coar e tomar 1 cálice 3 vezes ao dia: depressão;
- pó das raízes: 0,3 a 1,0 g, três vezes ao dia.
- alcoolatura: 2 a 10 g por dia.
- extrato fluido em álcool 60%: 4 a 8 ml, três vezes ao dia.

Crianças: 0,20 a 0,40 g por ano de idade ao dia.
Fitocosmético: decocção da raiz.

Obs.: as raízes são arrancadas com dois anos, limpas, lavadas rapidamente (sem pelar nem raspar), cortadas e postas a secar brevemente, a 35°C no máximo.
 


Fontes consultadas:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Valeriana_officinalis
http://www.plantamed.com.br/plantaservas/especies/Valeriana_officinalis.htm

Bibliografia:
1. Thorpe, Benjamin; Northern Mythology, Vol. 2, pp. 64-65
2.NEWALL, C.A; ANDERSON L.A. PHILLIPSON, J. D. Plantas Medicinais – Guia para profissional de saúde. Editora Premier, 2002.
3.FETROW, C.W.; AVILA, J.R.; Manual de Medicina Alternativa para o profissional. Guanabara Koogan, 2000.
4.TESKE, M.; TRENTINI, A M. M. Herbarium – Compêndio de Fitoterapia, 3ºedição revisada, Curitiba.

 

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